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O CONTATO COM O BEBÊ no ÚTERO

Por: Stéphanie Sapin-Lignières

O Contato com o bebê ainda no útero !

A Haptonomia

Antes de ouvir pelo ouvido, o que só acontece no último trimestre de gravidez, o bebê "ouve" pela pele. Ele decodifica as vibrações do som que atingem sua pele com capacidade e reação fantásticas! Isto a partir do quinto mês de gravidez. Unindo a voz ao toque afetivo, os pais conseguem estabelecer com o bebê um diálogo muito especial, pois trata-se de uma consciência afetiva pré-lógica e pré-racional.

Quando nascem, os bebês que tiveram este diálogo – contato afetivo intra-uterino, são nitidamente mais calmos e serenos, mostrando-se precoces no seu desenvolvimento psicomotor. São crianças que firmam a cabeça de modo intermitente nos primeiros dias de vida e de modo permanente com um mês. Muitos desses bebês sentam-se sem se apoiar já no quinto mês de vida e pegam objetos no segundo mês.

Numa época em que as pessoas relacionam-se através do computador, em que a realidade é virtual e o tempo artigo de luxo, a Haptonomia pode ser um resgate dos valores mais íntimos entre pais e filhos. Os pais devem procurar o melhor ambiente para praticá-la: um lugar tranqüilo, onde o casal sinta-se livre de pressões, onde a mulher possa ficar na posição que desejar e onde possam ouvir música suave que traga lembranças positivas. O princípio desta técnica é usar as mãos do "pai", que serão guiadas pelas da "mãe", num deslizar afetuoso sobre a barriga e juntos tocarem o bebê.

O contato com o bebê dentro do útero pode ser iniciado desde o terceiro mês de gravidez e deve ser feito por alguém intimamente e afetivamente ligado ao bebê e à mãe. Até hoje, os maridos só tinham, durante a gravidez, a função de provedor e estabelecendo um contato verdadeiro, profundo, com muito afeto e muito respeito percebendo nitidamente as respostas do bebê e respeitando sua vontade. O elo que se forma entre pai, mãe e bebê é muito forte. A mãe se sente mais segura, mais compreendida, mais unida ao marido.

A Haptonomia não é uma massagem, é um contato psicotátil, afetivo e não pode ser feita friamente por um profissional, é imprescindível que seja feita por uma pessoa que ame a mãe e o bebê, e que seja amada por eles. Para a criança o contato com o PAI é muito importante, pois nele são reforçados os sentimentos de amor, desejo e segurança.

Não se deve usar a Haptonomia com o objetivo de desenvolver a inteligência do bebê, mas de favorecer o seu despertar para a vida, sua identidade e autenticidade própria.

Stéphanie Sapin – Lignières Monitora Perinatal
Curso PREPAR – Rio de Janeiro - RJ

www.aleitamento.com
 


Última atualização: 3/3/2011

 

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